PLANEJAR PARA CONSTRUIR

Na competência dos serviços administrativos que pautam as cabíveis soluções para os problemas de como todo o município de Luzilândia, perímetro urbano e zona rural, estes são responsabilidades do Governo Municipal que não desconstrói esta certeza. A marca da atual gestão, é “Construir e Servir”, já de forma bem clara se tem, o conhecimento de que a população de Luzilândia não compartilha de certas implantações a nível ideológicos grosseiro bombardeado por veículos de comunicação falaciosos. Fica claro a estes veículos, que o céu é alto e que embora a gestão já registre mais de três meses ainda não foi capaz de fazer com o mesmo, um contrato de prestação de serviços para prover milagres, isto é competência das providências divinas e não de uma gestão que acumula e herda, máfia de consignados, onde os beneficiários eram os antigos gestores, dívidas milionárias junto à Agespisa, e Eletrobrás, como também de fornecedores, além de FGTS, aluguéis atrasados, INSS, Todas essas heranças de gestões anteriores.

A reparação de muitas ruas, que já estão sendo feitas a nível básico, assim também como pontos da avenida Porto Alegre, destacadas em veículos de comunicação viciados, dependem de planejamento técnico. Para tanto, o Governo Municipal tem se empenhado, e o engenheiro Dr. Francisco José, juntamente com a secretaria de obras, que tem a frente o Pr. Dedé, têm realizado estes planejamentos, onde todos os casos de ruas, acessos, reforma de prédios públicos, como escolas, postos de saúde e toda a demanda será alcançada. Esperando apenas, dentro do curso da normalidade a abertura, e certificação do processo licitatório para garantia destes serviços, que no caso das ruas, trata da manutenção com pedra poli ética, além de todas as outras reparações a serem feitas.
Nada passa despercebido, e o Governo não se pauta de forma irresponsável, mas além do acúmulo de coisas a serem realizadas em pouco tempo, segue o curso da legitimidade do direito, coisa que era absolutamente estranha em momentos passados, aonde tinta preta era capaz de cobrir buracos.