COSIP: A realidade dos fatos contra a pura politicagem em Luzilândia

Depois da grande repercussão que surgiu após a apresentação do projeto de lei de implementação da taxa da COSIP na cidade Luzilândia, muitas manifestações populares e até entrevistas de figuras políticas foram dadas acerca do assunto. Mas o que não se sabe é que a taxa cobrada está equiparada ou até inferior diante de outros municípios como Esperantina (22%), Joca Marques (25%), Porto (25%), Matias Olímpio (15%) e Madeiro (15%).
Em alguns desses municípios, os projetos começaram a ser votados ainda em 2003, um ano após a Emenda Constitucional n.º 39 ser editada, com o objetivo de autorizar a contribuição para custeio de iluminação pública dos municípios.
Diante dos percentuais apresentados, o que se pode observar é que municípios como Joca Marques, com uma população de 8.852 habitantes, aprovou o projeto em 2012, com uma COSIP de 25%. Nesse período, o atual prefeito da cidade (Betão) ,era naquela época o presidente do legislativo. Será que o mesmo desconhecia a realidade do projeto? Adversários políticos também se manifestaram contrários a cobrança feita no projeto em Joca Marques por meio de veículo de rádio difusora contra o prefeito daquele município na época? Será que os vereadores na época foram por algum grupo adversário chamados de traidores quando aprovaram o projeto? O povo foi consultado em Joca Marques através de audiência pública, antes de levarem para votação do projeto como aqui em Luzilândia muito foi cobrado?
Sabe-se que o mecanismo de discussão para os vereadores, que tem poder delegado através do voto para representar o povo são as comissões e não neste caso audiência pública. O que retrata, no caso de Luzilândia, que esta cobrança de uma audiência pública, não passou de hipocrisia e tentativa de desviar o foco com o intuíto de protelar o tempo da votação do projeto sendo que os vereadores tiveram 4 sessões para discutir os pontos do projeto em uma, contando com a presença do engenheiro de uma empresa especializada através do Dr Ênio Ribeiro.
Lembrando que a taxa é nada menos que 25%, isso sim é cobrar do povo sem dar suporte, pois quem visita por exemplo, o município vizinho Joca Marques pode constatar que essa taxa não foi aplicada na melhoria da iluminação local, uma vez que além de ter uma iluminação de péssima qualidade, conta-se os pontos onde existe iluminação pública.
O que percebe-se é uma onda de ataques levianos no campo de interesse político, e como sempre a deputada manipulando o povo, usando inclusive veículos de comunicação.
Com a aprovação do projeto, o prefeito Ronaldo Gomes, na verdade, atende o que as outras gestões não atenderam, deixando a desejar, e chama para si a responsabilidade de fornecer uma iluminação de qualidade para a população de Luzilândia.

Observe nos documentos abaixo

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