Prefeitura de Luzilândia passa por reforma necessária, não demolição.

A Prefeitura Municipal de Luzilândia passa por uma importante reforma, exerça-se e fique bem claro, o processo é de reforma! Nos últimos dias, mais uma polêmica foi gerada por parte de opositores ao governo do prefeito Ronaldo Gomes e veículos informativos, também comentários em redes sociais tem tomando giro especulatório. Desta vez, trata-se da reforma do prédio da prefeitura municipal de Luzilândia.


Alguns até falam que o prédio público é tombado como patrimônio histórico cultural, no que perguntamos: onde está a certificação do mesmo tombamento? Onde existe o registro legal desta comprovação?. De acordo com a Secretaria de Estado da Cultura, no que trata sobre a coordenação de patrimônio cultural, existem alguns conceitos, um deles trata do tombamento, ou seja, mesmo que o prédio fosse tombado, mediante os conceitos do CPC ( Coordenação de patrimônio Cultural ), “deve existir a iniciativa da preservação dos bens culturais”, processo pelo qual passa a Prefeitura Municipal de Luzilândia mesmo não sendo um prédio tombado como muitos dizem.
Esta comprovação é desconhecida. Preservar é: zelar, cuidar, modernizar, sem descaracterizar o patrimônio. No caso da reforma da Prefeitura de Luzilândia, as alterações, na parte exterior, resumem-se a construção de pilastres de sustentabilidade com as quais o prédio até então não contava. Também vai ser feita uma via de acessibilidade, que é obrigatória para o acesso de cadeirantes, requisito exigido pelas leis em vigor e que era desrespeitado.
O que percebemos é que tudo trata-se de uma adequação necessária, e uma reestruturação mais ainda. O prédio encontrava-se em situação precária, segundo o laudo técnico do engenheiro civil Dr, Francisco. Em outras gestões, cartões postais da cidade de Luzilândia como o antigo coreto da praça da igreja Matriz, a construção de uma academia popular no complexo da mesma igreja , dentre outros foram mexidos ao gosto dos gestores e não se constatou tanto alvoroço. Pergunta-se, então, porque aos formadores de opinião na época não falaram?Além disso, fatos mais chamativos e vergonhosos como o atual esqueleto de onde era para ser a Praça da Juventude, com recursos milionários desviados que eram destinados para a conclusão das obras, e que constantemente a prefeitura de Luzilândia é cobrada através de oficios. O escândalo da verba milionária da Lagoa do Cajueiro para a construção de praças e pavimentação, onde iria fazer de nosso município um importante polo turístico, também foi desviado. Além de tudo isso, existe uma montanha de outros assuntos que aqui poderiam serem questionados e provados através de documentos e não só de queixas, mágoas, dor e ressentimento, resultados de alguma coisa… No que fica, de novo, é a pergunta: porque não se questiona? Justificativa: passado é passado!!
Muito fácil.

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Assessoria de Comunicação