Nota: Governo de Luzilândia

Saudando a todos os cidadãos Luzilandenses e com muita especialidade a colônia de pescadores e seus membros, o Governo de Luzilândia considera no mínimo equivocado um documento de repúdio que argumenta em favor de um artista que como tal deve ter prestígio considerado, porém, isto não justifica a repressão ao cuidado e o zelo a um memorial há muito abandonado. O monumento em homenagem ao pescador quanto ao seu cuidado, é de responsabilidade pública, uma vez que é uma obra de natureza pública, a genialidade de um artista assim como a de todos os outros, deve de fato ser louvada, mas de nenhuma forma tomar o espaço nem a vontade, é dever do Governo Municipal de zelar pelo patrimônio público.
 
A justificativa, quanto a relevância de cores, é incoerente, pois a qualquer um é de conhecimento que obras públicas sejam municipais, estaduais e até federais, levam muitas vezes as cores da atual administração. Mas isto não desrespeita a ideia e o valor do memorial, nem tão pouco demonstra um jogo de vaidade da gestão ou do seu gestor como julgado no documento publicado.
 
Considera-se portanto, por parte da administração que cumpre seu dever, a manifestação como inoportuna e inconsequente, que reprime o valor da preservação do bem público, cores são apenas cores, estas não assumem papel importante na ação de reestruturação do patrimônio público esquecido durante muito tempo.
 
Acreditamos então, com a mais completa garantia legal do dever que se deve cumprir, que o documento não tem efeito nem respaldo nenhum, perante a população, assim como também, temos convicção que todos os pescadores homenageados pelo memorial, não acompanham a ideia do que mais parece ser uma ação politiqueira, que busca reprimir e censurar o avanço das boas ações, em outras palavras, uma perseguição consorciada, pois uma pessoa só, não tem o poder de emitir uma opinião a generalizando para o coletivo.
 
Assessoria de comunicação.